A única coisa pior do que esbarrar no meu ex rabugento? Ter de escolher entre morar com ele ou morar no meu carro.
Quando volto para a cidadezinha do meu ex, quero evitá-lo a todo custo. JD não se limitou a partir meu coração dez anos atrás. Ele o atropelou, depois deu ré e passou por cima de novo.
Então, naturalmente, acabo me tornando a fisioterapeuta dele. E, para piorar a ferida, ele descobre que estou morando no meu carro e exige que eu me mude para o quarto de hóspedes da casa dele.
Sim, ele continua mandão como sempre. Ainda age como se fosse alérgico a risadas. Mas também me mima depois de uma noite longa fora, lembra do meu almoço favorito… e insiste em prepará-lo quando eu esqueço de comer.
Quanto mais ele me paparica com aquela cara de poucos amigos, mais eu me lembro de como éramos bons juntos e de como ele me toca como ninguém mais consegue.
Mas ele já destruiu meu coração uma vez. Não vou dar a ele uma segunda chance de fazer isso de novo.

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