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Ela é minha cativa, minha prisioneira.
Linda. Indefesa. Desafiadora.
Minha para fazer o que eu bem entender com ela.
Ela acha que vai encontrar uma saída.
Ela não poderia estar mais errada.
Porque não importa o quão longe ela corra.
Eu vou encontrá-la e trazê-la de volta.
Na gaiola de ouro que construí para ela na minha mansão, ela aprenderá.
Aprenderá o que significa pertencer a alguém.
O que significa se submeter.
O que significa ser minha para sempre.
E que nada jamais mudará isso.

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