As coisas que uma garota precisa
fazer para se casar com o amor da sua vida, que por acaso é um alienígena.
Deixar meu novo lar em meio a uma
guerra interplanetária para viajarmos até o planeta natal dele: Feito.
Segurar a vontade louca de pular em
cima do meu futuro marido gostosão enquanto participamos da cerimônia de
casamento do povo dele: Feito.
Lembrar da promessa que fiz a todos
que amo de manter a calma e não sair esfaqueando ninguém: Talvez feito.
Enquanto exploro um novo planeta e
tento aprender sobre a cultura e as tradições de Rema — tudo isso desviando de
tentativas de assassinato e de fêmeas invejosas —, nossos amigos estão
espalhados pelos confins do espaço e o inimigo prepara seu próximo movimento. A
pressão aumenta para encontrarmos a felicidade enquanto ainda dá tempo...
Só espero que Rema esteja pronto para
uma vida inteira comigo, com minhas tendências psicopatas e com minha
necessidade de aproveitar cada centímetro daquele corpo maravilhoso — cof, cof.
Porque, depois de tudo isso, quando eu finalmente colocar as mãos... nele, não
há a menor chance de eu deixá-lo escapar.
Então, recapitulando... Casar.
Transar. Voltar para a nossa nave (trazendo reforços dos Neldres, se depender
de mim). Reencontrar as meninas. Partir para acabar com a Unity de vez. É,
simples, né?
Ainda bem que sou tão calma e
totalmente sã; caso contrário, alguém acabaria virando presunto...
brincadeirinha.
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